Capitalismo

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

A DIVISÃO DA HISTÓRIA


A Divisão da História
Para o estuda da História se faz necessário a divisão do tempo. Este estudo está divido em cinco períodos:
1.      1 A Pré-História – 2. A Idade Antiga – 3. A Idade Média – 4. A Idade Moderna – 5. A Idade Contemporânea

Como a História foi dividida nesses períodos? Os historiadores estudaram bastante todos esses tempos analisando qual seria o período em que houve algum marco na história, eles analisam as experiências e mudanças que ocorreram com o homem ao longo do tempo.

A Pré-história - A Pré-História, que foi onde tudo começou, vai do início dos primeiros seres humanos na Terra até 400 anos antes de Cristo. Neste período o homem aprendeu a utilizar todos os benefícios da natureza, a viver em comunidade, domesticar animais, cultivar as plantas, inventou ferramentas, descobriu o fogo. Ainda neste período o homem começou a se comunicar por meio de pinturas até chegar à escrita.
Este período da história é dividido em três partes: 1 -  Paleolítico, também conhecido como Idade da Pedra Lascada; 2 – Neolítico, também conhecido como Idade da Pedra Polida; 3 – A Idade dos Metais.

A Idade Antiga
Conhecida como Antiguidade, vai de 4000 a.C. até 476 d.C.. Foi neste período que a história começou de verdade. Houve a formação de várias civilizações como: os sumérios, egípcios, gregos, romanos, mesopotâmicos. Essas civilizações floresceram em terras férteis. Com o desenvolvimento da agricultura.

A Idade Média
Este período teve início em 476, com a queda do Império Romano e foi até 1453, com a tomada da cidade de Constantinopla. Pelos turcos otomanos. Na Europa Ocidental o foco foi a religião, o cristianismo tomou conta do mundo com suas crenças. O feudalismo é um dos temas mais estudados dessa época. A filosofia, literatura e outras artes tiveram mais espaço nesse período.

A Idade Moderna
Teve início em 1453 e término em 1789, essa época foi marcada pelo renascimento e expansões marítimas. Muitas nações europeias começaram a ir à busca de novas terras para exploração e dominação. Foram colonizados a América e a África. Tivemos um avanço tecnológico que ocasionou várias descobertas nessa época. O final desse período foi marcado pela Revolução Francesa.

A Idade Contemporânea
Esse período teve início em 1789, quando a Revolução Francesa começou e vai até os dias de hoje. Do início deste período até os dias atuais aconteceram muitas coisas, revoluções de independência, evolução da tecnologia e armamentos, que ocasionaram em duas guerras mundiais.


Professor de História; José Marcelino -  Curitiba - Fevereiro de 2017 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: https://www.estudokids.com.br/divisao-da-historia/ Publicado por Priscila Melo

domingo, 12 de fevereiro de 2017

DOUTOR JIVAGO

A REVOLUÇÃO SOCIALISTA DA RUSSIA
FILME: DOUTOR JIVAGO

          Esse filme foi baseado no romance de Boris Pasternak. Que está centrado na Revolução Russa de 1917.  Que ganhou em 1958 o Prêmio Nobel de Literatura. Sua publicação desafiou a censura russa
          Já o filme em 1965 ganhou cinco Oscar.  Apesar de lidar com as inquietações sociais e apresentar as angustias e dissabores do povo. A política, porém, é apenas pano de fundo como em O Vento Levou... A ideologia jamais passa para primeiro plano.
       
          Ocorre que o ambiente desta arte começa na Rússia czarista. Passa pela devastação da Primeira Guerra Mundial.
O caos da Revolução Bolchevique. A Guerra Civil Russa e os expurgos e crises dos anos 20 e 30.

          Portanto, retrata bem a situação vivida pelo povo russo. As atribulações causadas pelos transtornos circunstanciais. Em um país orgulhoso, prostrado de joelhos pela revolução.

          Prova disso é quando Jivago, o personagem central, que já havia visto Lara ao salvar sua mãe do suicídio, estava presente na festa com sua noiva, Tonya, e fica surpreso com a atitude e coragem da jovem. Apesar da impressão deixada, eles só se encontram anos mais tarde, ao serem voluntários (médico e enfermeira, respectivamente) na Primeira Guerra Mundial (1914-1918).
          Jivago é um talentoso poeta e dedicado cirurgião a quem a guerra não poupou. Esse médico e poeta, inicialmente apoia a revolução Russa. Mas, aos poucos, se desilude com o socialismo.

          O filme conta sobre os anos que antecederam, durante e após a Revolução Russa.  Expõe dois políticos, um sem  escrúpulos,  que comete um estupro e outro, um vingativo revolucionário.

          Enquanto um representa o "mal" o outro representa o "bom" elemento da Revolução Bolchevique.

José Marcelino de Sousa
Professor de História
jms/JMS 

Referências Bibliográficas - https://pt.wikipedia.org/wiki/Doutor_Jivago_(filme)

sábado, 11 de fevereiro de 2017

A BATALHA DE JENIPAPO

A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
NÃO FOI APENAS “O GRITO DO IPIRANGA”

          As coisas no Brasil sempre tendem a desenvolver se com grau de importância apenas no eixo Rio-São Paulo. Assim, também aconteceu com o evento da Independência do Brasil. Pior, se perdura até hoje.
          O “Grito do Ipiranga”, que culmina com a Independência do Brasil. Com o momento em que o Brasil deixa de ser Colônia de Portugal e passa a ser um País com legitimidade e Soberania Nacional com plenos poderes de decisão. Dom Pedro I em um “ato heroico”, rompe com o seu próprio pai e pronto. No dia seguinte todos ficamos independentes e não se fala mais nisso. E tudo aconteceu entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Ninguém brigou. Todo mundo aceitou e tudo mais. Mas, não foi bem assim.
          Na realidade não foi tudo tão fácil assim. Em determinadas regiões do Brasil houve revoltas e pessoas a favor da independência e outros nem tanto. Cada qual com os seus próprios interesses, como é praxe, nessas ocasiões.
          Mas, houve em certas regiões do Brasil muitas lutas reais pela Independência do Brasil. Pessoas, que realmente queriam e sonhavam e necessitavam da Independência do Brasil.
          Precisamos pesquisar mais e saber mais sobre essas lutas dos brasileiros que foram “moldados” ao modo brasileiro de ser. Muitos mais muitos mesmo morreram por este sonho. Um exemplo deste é a Batalha do Jenipapo. No Estado do Piauí. Na época era um das Províncias mais prósperas do Brasil.

A BATALHA DE JENIPAPO
          A Batalha do Jenipapo ocorreu às margens do riacho de mesmo nome, foi uma das batalhas mais sangrentas feitas pela Independência do Brasil. Ocorreu no dia 13 de março de 1823 e consolidou o território nacional. Consistiu na luta de piauienses, maranhenses e cearenses, contra as tropas do Major João José da Cunha Fidié, que era o comandante das tropas portuguesas, encarregadas de manter o norte da ex-colônia fiel à Coroa Portuguesa. Os brasileiros lutaram com instrumentos simples, não com armas de guerra, não tinham experiência. Perderam a batalha, mas fizeram com que a tropa desviasse seu destino. Foi uma das mais marcantes e sangrentas batalhas travadas na guerra da Independência do Brasil.
          A data não consta nos livros de História e poucos sabem do ocorrido, mesmo no Piauí, onde ocorreu a batalha. Contudo, após alguns movimentos por parte de políticos, historiadores e da população, a data foi acrescida à bandeira do Piauí, e está em curso a implantação do estudo da Batalha do Jenipapo na disciplina de História. Durante as comemorações e reflexões do dia 13 de março o município de Campo Maior faz a entrega da Medalha do Mérito Heróis do Jenipapo e o(a) Governador(a) do Piauí, a Ordem do Mérito Renascença do Piauí.

José Marcelino de Sousa
Professor de história
Jms/JMS

Referências Bibliográficas: https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_do_Jenipapo

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

GERMINAL (Karl Max com suas Teorias influenciando toda a Europa)

GERMINAL
Germinal é um romance do escritor Emile Zola, o décimo terceiro da série Les Rougon-Macquart e possivelmente um dos mais famosos. A cena tem lugar no norte da França durante uma greve provocada pela redução dos salários. Wikipédia -  Data da primeira publicação: 1885  -  Autor: Émile Zola  -  Gênero: Romance  -  Editora: Gervais Charpentier  -  Precedido por: A Besta Humana  -  Personagens: Étienne Lantier, Maheude, Catherine, Bonnemort, mais... (observações e reflexões próprias).

Tem seu desenrolar em fins do Século XVIII, início do Século XIX. Onde trata das mudanças (transformações) de atitudes da sociedade com o alvorecer do capitalismo.
Karl Max na Alemanha começa a desenvolver suas teorias que acabam influenciando toda a Europa e, por conseguinte, também a França.
A sociedade francesa experimenta naquele momento toda a crueldade de um capitalismo selvagem, que faz imperar uma miséria quase que absoluta para quem era ou fora expropriado.
É notória a indiferença com que a burguesia industrial tratava os trabalhadores. É neste contexto que se faz surgir duas forças políticas que vão tentar organizar os trabalhadores para romper com o descaso pelo qual os patrões tratavam os trabalhadores.
De um lado podia se notar os sindicalistas influenciados pelas teorias de Karl Max. Que acreditavam na organização dos trabalhadores para vencer as diferenças.
De um outro lado, os anarquistas, que queriam acabar com tudo. De maneira abrupta. Para depois fazer renascer uma sociedade transformada. Sem as misérias existentes.

José Marcelino de Sousa
Professor de História
Jms/JMS

Referência Bibliográfica: https://www.google.com.br

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

ESCOLA SEM PARTIDO

ESCOLA SEM PARTIDO


Escola Sem Partido é uma asneira. É uma tentativa de alguém que não domina o assunto, Educação. E está querendo impor outra ideologia. Que é a "escola sem partido". Que por si só já é uma "ideologia".
Para os jovens que estão na escola, não quer dizer que eles vão sair líderes sindicais ou coisa que assusta a direita. Só porque, talvez um Professor seja de Esquerda.
Os alunos têm os seus próprios assuntos preferidos. Eles podem até identificar que o Professor "tal" é do partido "tal".
Mas, isso não quer dizer que eles, também irão pertencer ao partido do Professor. Porque se fosse assim, se o Professor gostar de música sertaneja, todos os alunos iriam gostar de música sertaneja?
Ah! Para com isso.
Portanto, escola sem partido é realmente uma grande asneira.


 Agosto/2016 - Referências Bibliográficas: Leandro Carnal e Marcelo Rubens Paiva.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

DEMOCRACIA

DEMOCRACIA

A Democracia pode ser entendida em três versões apresentadas:
1.      Parte da política
2.      Formas básicas de governo
3.      Estrutura de poder
DEFINIÇÃO
Democracia é um regime político em que todos os cidadãos elegíveis participam igualmente — diretamente ou através de representantes eleitos — na proposta, no desenvolvimento e na criação de leis, exercendo o poder da governação através do sufrágio universal (voto). Ela abrange as condições sociais, econômicas e culturais que permitem o exercício livre e igual da autodeterminação política.

O TERMO DEMOCRACIA
O termo origina-se do grego antigo  "governo do povo". Demos, "povo" e kratos, "poder". Apareceu no século V a.C. para denotar os sistemas políticos então existentes em cidades-Estados gregas, principalmente Atenas. Embora houvessem algumas ressalvas, como por exemplo, a cidadania democrática abrangia apenas homens, filhos de pai e mãe atenienses, livres e maiores de 21 anos, enquanto estrangeiros, escravos e mulheres eram grupos excluídos da participação política. Mas, ac abou sendo completa,  conquistada para todos os cidadãos adultos na maioria das democracias modernas através de movimentos por sufrágio universal durante os séculos XIX e XX.

O SISTEMA DEMOCRÁTICO
O sistema democrático contrasta com outras formas de governo em que o poder é detido por uma pessoa. Como em uma monarquia absoluta. Ou em que o poder é mantido por um pequeno número de indivíduos. Como em uma oligarquia. Há certas ambiguidades em alguns governos contemporâneos, que têm misturado elementos democráticos, oligárquicos e monárquicos em seus sistemas políticos.
 Karl Popper (Filósofo), definiu a democracia em contraste com ditadura ou tirania, privilegiando, assim, oportunidades para as pessoas de controlar seus líderes e de tirá-los do cargo sem a necessidade de uma revolução

José Marcelino de Sousa – Professor de História
Jms/JMS


Referências Bibliográficas: https://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIRO

A FORMAÇÃO DA IDENTIDADE DO BRASILEIRO
          A identidade brasileira foi decorrente de um processo de construção histórica, como em diversos outros países. Apesar de ter se iniciado após a Independência, em 1822, o processo de constituição da identidade nacional ganhou um impulso maior após a década de 1930, quando o Presidente Getúlio Vargas chegou ao poder. A partir disso, pôde-se perceber que a construção da identidade, para além de um processo cultural, era também um processo político.
         O esforço para se constituir a identidade brasileira, que também é chamada de brasilidade, estão ligados à necessidade de uma coesão social que acompanhe a existência de um Estado que administra todo o território nacional. 
          A Língua Portuguesa, apesar de suas particularidades regionais, contribuiu para a identidade brasileira. No entanto, durante o Primeiro Reinado e o Período Regencial, não houve grandes avanços na construção da identidade nacional. Houve um esforço  militar para garantir a ordem latifundiária e escravocrata em todo o território nacional. Os conflitos separatistas provinciais das décadas de 1830 e 1840 eram um obstáculo à integralidade territorial e também à coesão social do país recém-independente.
          Ainda durante a Regência houve outros esforços nesse processo de construção identitária. A criação do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro em 1838 foi o primeiro passo na tentativa estatal de refletir sobre temas que estariam relacionados à nação brasileira.
          Na Literatura, o Romantismo contribuiu com a construção dessa identidade. As obras de José de Alencar  foram um exemplo de aliar a imagem da nação brasileira às suas belezas naturais, como também a mitificação do indígena como componente principal da nação brasileira. Esse trabalho literário e cultural buscava criar uma interpretação genuinamente brasileira, afastada das influências estrangeiras.
        Apesar dessas tentativas de unificação de elementos culturais do que seria a brasilidade, a grande extensão do território nacional e suas diferentes formas de ocupação resultaram em uma diversidade de manifestações culturais regionais. 
       A Proclamação da República e o federalismo instituído na administração do Estado espelharam um fortalecimento de movimentos culturais regionais, principalmente os ligados à decadente aristocracia das regiões não afetadas pelo crescimento econômico de início do século XX. Um exemplo foi o Manifesto Regionalista de Gilberto Freyre, publicado em 1926.
          Porém, ao mesmo tempo, houve esforços para a criação de símbolos culturais nacionais, como a mitificação da figura de Tiradentes como um herói libertador do Brasil. 
         O Movimento Modernista da década 1920 buscava também encontrar as raízes da sociedade brasileira, afirmando o nacionalismo como um estágio para se chegar ao universal. Para alcançar essa pretensão, Mário de Andrade realizou uma extensa viagem pelo Brasil, pesquisando, compilando e estudando os elementos que faziam parte da cultura brasileira.
Na Revolução de 1930, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder representou um novo momento de centralização política, auxiliado pela criação de instituições que pretendiam uniformizar práticas administrativas, como o Ministério do Trabalho e a política de oferecimento de uma Educação Básica Comum. Neste último caso, a padronização dos currículos escolares buscava veicular um conteúdo nacional via processo educativo institucional, levando ainda a uma erradicação dos traços culturais das minorias étnicas que não eram aceitos como componentes identitários.


José Marcelino de Sousa
Professor de História
Jms/JMS

Referência Bibliográfica: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiadobrasil/a-identidade-nacao-brasileira.htm